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15/01/2021

5.000 lojas estão disponíveis para serem compradas

Com uma equipe que tem mais de 20 anos de experiência no relacionamento com o varejista na área jurídica, a VarejoConnect tem mapeadas mais de 5.000 lojas no Estado de São Paulo que representam oportunidades de aquisição. Entretanto, um dos diferenciais do trabalho realizado pela empresa é intermediar a compra de estabelecimentos ou redes que não estão disponíveis no mercado

Explicando melhor: se, na estratégia de crescimento de um varejista surge um perfil específico de loja ou empresa que não está à venda, a VarejoConnect faz a ponte e a intermediação entre ambas. O inverso também pode acontecer, com um varejo querendo encontrar um comprador. Nos dois casos, é importante frisar, o processo acontece sob sigilo absoluto.

Mas você pode estar se perguntando: por que adquirir se posso construir minhas próprias lojas? Ou ainda: como saber se estão oferecendo um bom preço quando receber uma oferta de compra? Entenda a seguir o que acontece no mercado. 

Por que comprar lojas ou redes?

Construir estará mais caro neste ano. Segundo matéria publicada no portal da SA Varejo, em 26/11/2020, materiais e equipamentos encareceram 13,77% em 2020 (dados da FGV), sendo que a expectativa é de mais pressão em 2021 em função da alta do dólar. Segundo Leonardo Tonelo, sócio da VarejoConnect, soma-se a isso o fato de os varejistas sentirem falta de boas lojas disponíveis e que tenham o perfil do comprador

“Além disso, antes de iniciarmos o mapeamento, existia apenas a intermediação de lojas que já estavam disponíveis no mercado, sendo a maioria sem atratividade para os compradores, uma vez que as melhores não costumam ficar muito tempo à venda”, explica o sócio da empresa. Já as que permanecem no mercado tendem a exigir investimentos em reformas. 

A conjunção desses fatores acaba inviabilizando o planejamento estratégico para expansão via aquisição de lojas ou redes. Por isso, as construções costumam ser vistas como a melhor forma de executar os planos de crescimento. Nos últimos anos, entretanto, o desenvolvimento do mercado imobiliário vem dificultando encontrar boas oportunidades e elevando os preços dos imóveis. “Outro ponto que precisa ser considerado pelo varejista é que, na construção de lojas, o tempo para retorno do capital investido é maior, além de existir um possível risco em pontos sem histórico”, alerta Tonelo. 

O preço pela minha rede está bom? 

Segundo o sócio da VarejoConnect, em caso de venda, a fórmula para calcular o valor de uma loja normalmente considera o múltiplo do seu faturamento mensal no último ano, enquanto em um negócio que envolve a rede toda, a precificação tem como base um percentual do faturamento anual – em média, 25% a 35% do valor apurado nos 12 meses anteriores ao negócio. 

 “A primeira questão a ser discutida e definida entre as partes envolvidas na transação é o conceito de ‘faturamento’ a ser considerado no valuation. Chamamos atenção para este ponto, porque, às vezes, existe impasse sobre o conceito. Por exemplo: se será utilizado o valor bruto ou líquido”, explica. “Sendo mais técnico, podemos ter que o faturamento e receita bruta são termos equivalentes, assim, a base para cálculo é o faturamento que, por sua vez, representa a soma de todas as notas fiscais emitidas nos checkouts. Ou seja, o ‘faturamento bruto’. Mas nada impede de as partes convencionarem um critério diferente”, esclarece. 

Tonelo também alerta para o fato de que, na venda de lojas e pontos comerciais, o multiplicador costuma girar em torno de 2 a 3 vezes a média de faturamento mensal. De acordo com ele, a variação acontece em função da performance da loja (venda/m2), da necessidade de reforma e de troca de equipamentos (CAPEX ou investimento) e dos custos de operação, principalmente de aluguel e de estacionamento. Outro aspecto normalmente avaliado é a posição dos concorrentes em relação às lojas e a sinergia com a rede compradora.

Ferramenta de apoio aos negócios

O sócio da VarejoConnect ressalta que ambos os temas são complexos e precisam de análises criteriosas. Daí a importância de contar com parceiros que ajudem na avaliação das empresas e possam apoiar o varejo em todo o processo. “Desenvolvemos uma ferramenta tecnológica que permite extrair informações relevantes e estratégicas que não estão disponíveis em nenhuma outra base de dados, como medição de área de vendas, vagas de garagem, croqui de lojas, pé direito em casos de imóveis com perfil para atacado ou atacarejo, entre outras informações estratégicas dentro do raio expansão da rede interessada”, reforça Tonelo. Ele acrescenta que o trabalho da empresa tem sido de êxito em 100% dos casos. “Só existe remuneração para a VarejoConnect, a ser paga pelo vendedor, na hipótese de sair a operação e concluir a venda”,

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