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19/03/2020

Quatro habilidades que a gestão feminina agrega às empresas

Diversas pesquisas apontam que participação das mulheres no mercado de trabalho ainda é muito incipiente perto do preparo das profissionais e do perfil que possuem. Susana Falchi, CEO da HSD Consultoria em RH , lembra que, apesar dos avanços na igualdade de gêneros ainda caminharem devagar, tornaram-se mais comuns exemplos de liderança feminina de sucesso. "As mulheres no poder mostram que as empresas ganham com a diversidade, pois elas possuem atributos importantes e complementares aos masculinos", analisa a especialista. "Elas têm uma força enorme, são multitarefas por natureza, observadoras, tem facilidade para criar empatia, conseguem trazer seus valores para o seu processo decisório e buscam fazer o que é o certo, dentro de uma perspectiva de retidão, talvez até porque são chamadas o tempo todo", completa a CEO da HSD Consultoria.
De acordo com Susana Falchi, ao menos quatro habilidades se destacam de forma única na gestão feminina dentro do âmbito corporativo. Saiba quais são elas:

1.Versatilidade

Por força da necessidade da gestão do lar e do ambiente familiar, as mulheres desenvolveram a capacidade natural de realizar várias atividades ao mesmo tempo. O mercado empresarial não é feito por especialistas profundos em apenas uma pequena área e nem por generalista que conhece um pouco de tudo, mas pelo híbrido entre essas posições. As organizações procuram pessoas que têm visão geral, capazes de responder com profundidade por áreas vitais para sua sobrevivência e com conhecimento generalista para atuar em áreas periféricas

2. Sensibilidade

Como principal gestora da família desde o início da humanidade, a mulher precisa estar atenta a detalhes que faziam a diferença na sobrevivência. No mundo empresarial, é possível observar que elas demonstram performance acima da média e se sobrepõem quando o assunto é atenção ao detalhe. Na área financeira, controladoria e contabilidade, por exemplo, as profissionais têm alto grau de confiabilidade sobre as tarefas realizadas

3. Empatia

Maior identificação ao estabelecer e gerenciar relacionamentos interpessoais. Historicamente, elas tiveram que criar e impor a sua liderança por habilidades que podem ser chamadas de soft skills ou competências ligadas ao relacionamento. Diferentemente do homem, que geneticamente atende seu instinto de impor a liderança pela força ou pelo uso de coerção.

4. Confiabilidade

As mulheres oferecem menos risco na gestão, pois exibem perfis de personalidade menos propensos a desvios de conduta que resultam em potenciais riscos para as organizações. É o que mostra a Pesquisa Perfil Comportamental de Executivos: homens versus mulheres, elaborada pela HSD Consultoria. O estudo comparou percentuais de pessoas com desvio de caráter com relação ao sexo, e 20,77% das mulheres em cargos executivos demonstram o problema. Já o percentual dos homens é bem maior: 29,2%.
 

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