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11/09/2020

Cinco alimentos básicos acumulam alta de preços acima de 20%

Nas últimas semanas, a inflação dos alimentos voltou a preocupar consumidores em diversas regiões do Brasil, a exemplo do que já havia ocorrido no início da pandemia. Na semana passada, ao ser questionado sobre o assunto o presidente Jair Bolsonaro chegou a falar em "patriotismo" ao pedir que as redes de supermercados evitem reajustes nos valores praticados.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de agosto, divulgado hoje pelo IBGE, revela avanço de 0,24%. Apesar de representar desaceleração em relação ao avanço de 0,36% registrado em julho, esta é a maior taxa para o oitavo mês do ano desde 2016. Junto do segmento de transportes, o grupo de alimentos e bebidas influenciou o resultado com avanço de 0,78% no período.

Considerando o acumulado dos últimos 12 meses, o cenário é bem mais preocupante: os preços relacionados à alimentação no domicílio registram crescimento de 10,1% no ano móvel de setembro/19 a agosto/20.

Categorias largamente consumidas no dia a dia dos brasileiros acumulam reajustes bem acima da média nos últimos 12 meses. É o caso de feijão preto (+41,39%), leite longa vida (+21,16%) e arroz (+20,48%). Entre os hortifrútis, manga e cebola lideram os índices de inflação, com preços elevados em 57,41% e 52,79%, respectivamente.


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