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14/07/2020

RB e Rappi: sem venda direta ao consumidor e sem prejudicar o varejo com ofertas

A Reckitt Benckiser aumentou as vendas de seus produtos feitas no Rappi em sete vezes no ano passado. Em 2020, a alta já alcançou 4 vezes. Os números, de fato, impressionam. Mas você pode se perguntar o que ganha com isso. Segundo a fabricante e o Rappi, muito. Tudo o que é vendido pela indústria no aplicativo sai de algum varejo parceiro. Além disso, na plataforma, há produtos com boa procura que costumam ter um desempenho tímido nas lojas físicas. E mais: as ofertas, quando acontecem, não costumam prejudicar as redes que aderiram ao Rappi.
O nosso consumidor é, em geral, diferente daquele que vai às lojas físicas ou compra no e-commerce do próprio varejista. Para se ter uma ideia, há casos de redes em que 50% das vendas pelo nosso aplicativo são de novos clientes”, explica Raphael Daolio (foto abaixo), head de brands do Rappi no Brasil. Ele acrescenta que, como a entrega é feita rapidamente – há casos em que chega em 30 minutos a uma hora –, boa parte das compras são emergenciais, referindo-se a algum produto que faltou naquele momento em casa. Presente em cerca de 60 cidades do País, a empresa conta com um serviço premium de última milha, que custa entre R$ 20 e R$ 30 e cujos participantes compram de 4 a 5 vezes por semana no aplicativo. “Dois pedidos já pagam a adesão ao programa”, calcula o executivo.

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