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04/07/2019

Especialista explica em que momento herdeiros devem começar a se envolver na emp

No Brasil, é grande a quantidade de empresas familiares que não resistem por duas ou mais gerações. Um dos problemas é o envolvimento das gerações mais jovens, que nem sempre ocorre da maneira imaginada pelos fundadores. Nesse cenário, não é raro empresários e CEOs se decepcionarem ao perceber que a retribuição emocional do filho na vida adulta não ocorre como o esperado no ambiente corporativo. 

Com base em mais de 400 projetos realizados,  Cícero Rocha (foto), presidente do  Instituto Empresariar , especializado na profissionalização de empresas familiares, acredita na importância de os pais começarem a envolver os filhos no ambiente de trabalho desde a infância. "Essa é uma excelente prática e estimula o sentimento de pertencimento e companheirismo. Desde cedo, as crianças começam a entender onde o pai está quando não está em casa. Aos poucos, a figura de pai ausente passa a perder espaço para o pai-herói, líder e responsável", analisa. 

Cícero Rocha pondera que a formação do herdeiro varia de família para família, mas lembra que iniciativas simples podem trazer ótimos resultados na aproximação gradual dos herdeiros com a empresa da família. Um exemplo é aproveitar momentos de férias dos filhos para realizar um “tour” pelos diferentes setores da companhia.

O presidente do Instituto Empresariar recomenda que a criança tenha contato com pessoas diferentes da empresa, da portaria à presidência.  "Pequenos detalhes ficam guardados na memória da criança. Por isso, pequenas atividades delegadas para os filhos são fundamentais para que eles consigam transformar as histórias em experiência, reforçando o elo com o lugar que é tão importante para família", conclui.


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