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11/07/2018

Saiba qual alimento pouco saudável o consumidor não dispensa

Procura por bebidas adoçadas registra queda, no entanto o carrinho de compras não tem sido abastecido apenas com itens saudáveis

O mercado dos EUA é, historicamente, um parâmetro importante para revelar tendências que costumam chegar ao mercado brasileiro, muitas vezes de forma bem rápida. E, por lá, um comportamento antagônico mostra quão complexo é acompanhar o comportamento do público: os consumidores norte-americanos querem ser saudáveis, mas não abrem mão de comer salgadinhos.

A opção por evitar açúcar em excesso fez com que o volume de refrigerantes chegasse ao nível mais baixo de consumo em 30 anos. No Brasil a categoria também apresenta seguidas retrações: uma pesquisa recente do Ministério da Saúde mostra que o consumo regular de refrigerantes e bebidas adoçadas, que em 2007 era uma hábito para 30,9% dos moradores das capitais brasileiras, hoje atinge apenas 14,6% dessa população. No entanto, batatas fritas e outros snacks super calóricos continuam sendo degustados sem cerimônia pelos norte-americanos.

Diante desse cenário, a PepsiCo tem contado, sobretudo, com sua unidade de salgadinhos Frito-Lay para continuar crescendo. No trimestre mais recente, cresceu em 5% o lucro da unidade responsável por marcas como Doritos, Ruffles e Lays, enquanto o lucro da unidade norte-americana de bebidas da companhia registrou queda de 16%. "A Frito-Lay tem sido uma potência, mas a companhia terá um problema se ela desacelerar", afirma Ken Shea, analista da Bloomberg Intelligence. 

A PepsiCo, cujo portfólio inclui o isotônico Gatorade, está trabalhando para produzir mais bebidas com baixos teores de açúcar. Afinal, reestabelecer os bns resultados na unidade de bebidas é considerado prioridade global para a companhia.

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