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26/02/2018

Cai venda de repelentes

 Cai venda de repelentes
O calor que acompanha o verão é motivo de comemoração para muita gente, mas também sinônimo de preocupação. O receio de contágio por algum vírus, como o da febre amarela, fez com que a população brasileira adotasse algumas boas práticas de prevenção, como o uso do repelente.  

A expansão deste mercado tomou ritmo maior nos últimos tempos, beneficiando principalmente a indústria. Segundo dados da Nielsen, as vendas de repelentes em 2016, em comparação com 2015, cresceram 84% em faturamento e 46% em volume no Brasil. Entretanto, esse mesmo movimento não foi observado recentemente. Analisando 2017 versus 2016, as vendas anuais sofreram retração de 30,8% em unidade e 32.4% em valor. Ao observar apenas o mês de dezembro, os dados também não são positivos (-10,4% e -17,2%, respectivamente).

"A categoria não conseguiu superar o pico de vendas do verão de 2015, ocasião em que tivemos o estouro de casos de dengue, zika e chikungunya no Brasil. Outro fator que provavelmente impactou esse mercado foi o fenômeno La Niña que, em 2016, foi responsável por manter a temperatura mais baixa. O consumidor tende a comprar mais repelente, ou até mesmo pesticida, quando o ambiente está úmido e quente, em razão da sensação de incômodo e irritabilidade na pele”, comenta Priscila Biancardi, especialista da indústria de Higiene e Beleza da Nielsen Brasil.

Nesse período, as regiões Sul, Centro Oeste e Interior de São Paulo são os destaques para ganho de importância da venda de repelentes,  mesmo apresentando retração em volume e valor. Elas representam cerca de 40% do total de todas as áreas.


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